Enquanto as autoridades sanitárias brasileiras não falam sobre a Ômicron XBB.1.5, o debate do momento nos Estados Unidos é se a subvariante tem maior probabilidade de infectar pessoas que foram vacinadas ou tiveram Covid-19.
De acordo com o Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova York em uma mensagem na rede social: “A subvariante Omicron XBB.1.5 agora representa 73% de todos os casos sequenciados de Covid-19 no Estado americano”.
A XBB.1.5 pode ter maior probabilidade de infectar indivíduos que já foram vacinados porque é a forma mais transmissível do vírus que conhecemos até o momento, segunda autoridades de saúde da capital virtual da América.
O departamento continuou dizendo que a vacinação contra o vírus, que inclui uma nova injeção de reforço, ainda é a melhor maneira de prevenir a hospitalização e a morte, mesmo de novas variantes.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças relatam que 43% dos casos nos Estados Unidos são causados por XBB.1.5.
A subvariante foi responsável por aproximadamente 30% dos casos durante a primeira semana de janeiro.
Uma das depreciações do XBB, XBB.1.5, foi descoberta pela primeira vez em outubro.
Esta semana, a Organização Mundial da Saúde alertou que isso poderia levar a um aumento no número de casos com base em características genéticas e estimativas do táxon de crescimento precoce.
Os cientistas alertaram que o vírus, sem dúvida, continuará a mudar.
A líder técnica da OMS no COVID-19, Maria Van Kerkhove, afirmou: “Nossa preocupação é o quão transmissível é”.
Ela fez a observação de que “quanto mais esse vírus circular, mais chances ele terá de mudar”.
Van Kerkhove afirmou que, embora a agência esteja trabalhando em uma nova avaliação de risco da variante e preveja lançá-la em breve, atualmente não há dados que demonstrem que o XBB.1.5 cause uma doença mais grave.