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quarta-feira, julho 17, 2024
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Chamada feita por IA na rede de ensino estadual

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A Inteligência Artificial (IA) tornou-se mais prevalente em vários campos, incluindo a educação, à medida que a tecnologia avançou. O uso de reconhecimento facial nos registros de frequência é uma das formas de uso da IA nas escolas. Essa tecnologia é fornecida pela Celepar em parceria com a fornecedora Valid e a Secretaria de Educação (SEED/PR) e está em 1.600 escolas. Tem ajudado alunos, professores e gestores educacionais.

Tudo começou com dados de estudos do Banco Mundial de 2015 realizados no Brasil, que mostraram que apenas 64% do tempo que os alunos passam em 15.600 salas de aula do ensino fundamental e médio é usado para streaming de conteúdo. Cada classe perde mais de 100 horas por ano para tarefas gerenciais, como manter registros de frequência.

Para resolver essa dificuldade, a Celepar fez um trabalho definitivo para encontrar uma organização no mercado que pudesse agregar qualidade e segurança inabaláveis à inovação fundamental, ao mesmo tempo em que promovia um aplicativo de inscrição de alunos substitutos e também a chamada para reconhecimento facial, território para inscrição de participação utilizando a IA.

A primeira etapa é realizada pela direção da escola ou pelos professores, que utilizam o aplicativo Escola Paraná – Biometria para registrar as fotos de cada aluno. Esta ação foi tomada no início do ano letivo.

Os professores podem usar o aplicativo Escola Paraná Professores da Celepar ou o Registro de Aula Online (RCO Web) para realizar atendimentos presenciais após cadastramento biométrico. Há de uma a quatro fotografias tiradas da turma, e a frequência é registrada cumulativamente para cada fotografia, mostrando ao professor o número de alunos em cada imagem.

Após alguns segundos, o professor recebe a lista de presença, que pode ser alterada caso um aluno não tenha sido reconhecido. A estratégia que utiliza o reconhecimento facial foi experimentada em 80 escolas durante a fase piloto e demonstrou diminuir o tempo utilizado na chamada, chegando a essas 1.600 escolas.

Todo projeto é amparado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige o registro manual da presença desses alunos durante a chamada e permite o anonimato das imagens, bem como o direito do responsável ou do aluno de recusar para fornecer seus dados biométricos.

“A tecnologia melhorou a qualidade de vida dos professores, o livro manual que não podia ser apagado foi substituído pelo registro de aula online. Se você errasse, tinha que começar de novo, que era uma tarefa demorada e difícil. O reconhecimento facial com utilização de inovação traz principalmente praticidade e segurança, tanto para a escola quanto no trabalho elaborado pelos educadores”, elogiou a instrutora Gláucia Marília Hass, da Escola Estadual Professor Júlio Teodorico, de Ponta Grossa.

Usando algoritmos, dados e modelos matemáticos, a inteligência artificial é um subcampo da ciência da computação que visa criar sistemas que possam executar funções preparatórias da inteligência humana, como aprendizado, raciocínio, tomada de decisão e reconhecimento de padrões.

A Paraná Inteligência Artificial (PIÁ) estabelece um canal de diálogo com o cidadão e oferece mais de 700 serviços estaduais em um único local, é um exemplo do pioneirismo no uso dessa tecnologia no Estado. Para cada pessoa, o sistema possui diferentes níveis de informação personalizada. O grau de customização aumenta quando o usuário informa seu CPF, pois o PIÁ passa a saber exatamente com quem está se comunicando.

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